
"O único título que eu ostento, que eu carrego comigo, que eu tenho orgulho de ter, é ser advogado, simplesmente advogado, nada mais que advogado". NÉLIO MACHADO
É com muito orgulho que a Editora Contracorrente promove o lançamento de O escudo da lei: Nélio Machado e a construção do Estado de Direito no Brasil, escrito por um dos mais destacados jornalistas brasileiros da atualidade, Jamil Chade. A biografia de Nélio Machado se confunde com a própria história do Direito e da democracia no Brasil. Em uma das páginas mais sombrias da história brasileira, quando a ditadura militar (1964–1985) desmontava instituições, restringia direitos e transformava a legalidade em instrumento de repressão, um jovem advogado começava sua trajetória profissional tendo como horizonte a defesa da liberdade.
Ao lado de seu pai, Lino Machado Filho – reconhecido posteriormente pelo Superior Tribunal Militar como “O Advogado da Liberdade” –, e em contato com nomes como Sobral Pinto, Heleno Fragoso, Evaristo de Moraes, Técio Lins e Silva e outros grandes advogados, Nélio testemunhou de perto os dilemas de uma Justiça submetida às pressões de um Estado de exceção.
A partir de episódios emblemáticos, como a defesa de presos políticos e a busca por respostas para o desaparecimento de Rubens Paiva, o livro percorre os caminhos pelos quais o regime autoritário restringiu o habeas corpus, ampliou a atuação da Justiça Militar, cassou direitos políticos e reduziu os mecanismos de controle sobre o poder. Ao mesmo tempo, revela as estratégias de resistência daqueles que fizeram da advocacia uma trincheira em defesa do Estado de Direito.
A obra é um relato sobre coragem, liberdade e compromisso com a Justiça. É também uma reflexão sobre o papel das instituições e dos operadores do Direito diante do autoritarismo – e sobre a responsabilidade permanente de impedir que a exceção se transforme em regra.
Cruzando fronteiras com refugiados, testemunhando crimes contra a humanidade, viajando com Papas ou cobrindo cúpulas diplomáticas, Jamil Chade percorreu mais de 70 países. Com seu escritório na sede da ONU em Genebra, ele foi eleito o segundo jornalista mais admirado do Brasil em 2025. Foi indicado 4 vezes como finalista do prêmio Jabuti. Ele é embaixador do Instituto Adus, membro do Conselho do Instituto Vladimir Herzog e foi um dos pesquisadores da Comissão Nacional da Verdade. Em 2026, Chade foi o vencedor do Prêmio Vladimir Herzog.
PREFÁCIO - Rafael Valim
DEPOIMENTO PESSOAL
Nélio Machado
CAPÍTULO I – O RECIBO
CAPÍTULO II – O CORPO DIANTE DO PODER
CAPÍTULO III – SETENTA PRESOS E UM EMBAIXADOR
CAPÍTULO IV – FICHADOS
CAPÍTULO V – FILHO DO PAI
CAPÍTULO VI – “AINDA HÁ JUÍZES EM BRASÍLIA!”
CAPÍTULO VII – “HUMANO QUE É, PERFEITO NÃO É”
CAPÍTULO VIII – FISCAL DA LEI
CAPÍTULO IX – SATYAGRAHA E SUA TRADUÇÃO
CAPÍTULO X – A VOZ DA DEFESA
ANEXOS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
"O único título que eu ostento, que eu carrego comigo, que eu tenho orgulho de ter, é ser advogado, simplesmente advogado, nada mais que advogado". NÉLIO MACHADO
É com muito orgulho que a Editora Contracorrente promove o lançamento de O escudo da lei: Nélio Machado e a construção do Estado de Direito no Brasil, escrito por um dos mais destacados jornalistas brasileiros da atualidade, Jamil Chade. A biografia de Nélio Machado se confunde com a própria história do Direito e da democracia no Brasil. Em uma das páginas mais sombrias da história brasileira, quando a ditadura militar (1964–1985) desmontava instituições, restringia direitos e transformava a legalidade em instrumento de repressão, um jovem advogado começava sua trajetória profissional tendo como horizonte a defesa da liberdade.
Ao lado de seu pai, Lino Machado Filho – reconhecido posteriormente pelo Superior Tribunal Militar como “O Advogado da Liberdade” –, e em contato com nomes como Sobral Pinto, Heleno Fragoso, Evaristo de Moraes, Técio Lins e Silva e outros grandes advogados, Nélio testemunhou de perto os dilemas de uma Justiça submetida às pressões de um Estado de exceção.
A partir de episódios emblemáticos, como a defesa de presos políticos e a busca por respostas para o desaparecimento de Rubens Paiva, o livro percorre os caminhos pelos quais o regime autoritário restringiu o habeas corpus, ampliou a atuação da Justiça Militar, cassou direitos políticos e reduziu os mecanismos de controle sobre o poder. Ao mesmo tempo, revela as estratégias de resistência daqueles que fizeram da advocacia uma trincheira em defesa do Estado de Direito.
A obra é um relato sobre coragem, liberdade e compromisso com a Justiça. É também uma reflexão sobre o papel das instituições e dos operadores do Direito diante do autoritarismo – e sobre a responsabilidade permanente de impedir que a exceção se transforme em regra.
Cruzando fronteiras com refugiados, testemunhando crimes contra a humanidade, viajando com Papas ou cobrindo cúpulas diplomáticas, Jamil Chade percorreu mais de 70 países. Com seu escritório na sede da ONU em Genebra, ele foi eleito o segundo jornalista mais admirado do Brasil em 2025. Foi indicado 4 vezes como finalista do prêmio Jabuti. Ele é embaixador do Instituto Adus, membro do Conselho do Instituto Vladimir Herzog e foi um dos pesquisadores da Comissão Nacional da Verdade. Em 2026, Chade foi o vencedor do Prêmio Vladimir Herzog.
PREFÁCIO - Rafael Valim
DEPOIMENTO PESSOAL
Nélio Machado
CAPÍTULO I – O RECIBO
CAPÍTULO II – O CORPO DIANTE DO PODER
CAPÍTULO III – SETENTA PRESOS E UM EMBAIXADOR
CAPÍTULO IV – FICHADOS
CAPÍTULO V – FILHO DO PAI
CAPÍTULO VI – “AINDA HÁ JUÍZES EM BRASÍLIA!”
CAPÍTULO VII – “HUMANO QUE É, PERFEITO NÃO É”
CAPÍTULO VIII – FISCAL DA LEI
CAPÍTULO IX – SATYAGRAHA E SUA TRADUÇÃO
CAPÍTULO X – A VOZ DA DEFESA
ANEXOS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS