
“Se existe algum critério que distingue os tempos modernos da Idade Média, esse critério é – na civilização ocidental – a existência de uma ciência objetiva e independente. Uma regressão da ciência à metafísica e à teologia significaria o retorno ao espírito da Idade Média. A literatura contra a qual esta obra foi concebida põe seriamente em risco a existência de uma ciência objetiva e independente e, portanto, o espírito dos tempos modernos”.
A Editora Contracorrente tem a satisfação de lançar a primeira edição em língua portuguesa da obra “Religião secular: uma polêmica contra a interpretação equivocada da filosofia social, da ciência e da política modernas como “novas religiões”’, do consagrado jurista e filósofo Hans Kelsen.
Apesar de ter retrabalhado e reescrito a obra durante cerca de dez anos, Hans Kelsen acabou por desistir de publicá-la em 1964. Após longa e cuidadosa reflexão, o Hans Kelsen-Institut decidiu levar ao público essa magistral contribuição filosófica do mestre de Viena.
Kelsen se opõe veementemente a qualquer tentativa de desqualificar a ciência moderna como uma religião fracassada, posição sustentada de modo proeminente por seu ex-aluno Eric Voegelin.
Além disso, como Kelsen demonstra de forma convincente, toda tendência a uma “nova” teologização encerra o risco do totalitarismo. Nesse contexto, o texto de Kelsen de 1964 oferece uma contribuição decisiva para o debate público contemporâneo.
O livro é o terceiro volume da coleção Áustria-Brasil, coordenada pelos Professores Gilmar Mendes e Paulo Sávio Maia.
Hans Kelsen (1881-1973) é um dos mais importantes pensadores do século XX, cuja obra influenciou decisivamente os rumos da Teoria do Direito. Foi Professor Catedrático da Universidade de Viena e da Universidade da Califórnia (Berkeley). Recebeu o título de Doutor Honoris Causa das Universidades de Paris (Sorbonne), Harvard, Real de Utrecht, Livre de Berlim, de Chicago, de Salzburgo e de Estrasburgo. Foi Juiz do Tribunal Constitucional da República da Áustria e Consultor Jurídico do Real-Imperial Ministério da Guerra (Império Austro-Húngaro).
“Se existe algum critério que distingue os tempos modernos da Idade Média, esse critério é – na civilização ocidental – a existência de uma ciência objetiva e independente. Uma regressão da ciência à metafísica e à teologia significaria o retorno ao espírito da Idade Média. A literatura contra a qual esta obra foi concebida põe seriamente em risco a existência de uma ciência objetiva e independente e, portanto, o espírito dos tempos modernos”.
A Editora Contracorrente tem a satisfação de lançar a primeira edição em língua portuguesa da obra “Religião secular: uma polêmica contra a interpretação equivocada da filosofia social, da ciência e da política modernas como “novas religiões”’, do consagrado jurista e filósofo Hans Kelsen.
Apesar de ter retrabalhado e reescrito a obra durante cerca de dez anos, Hans Kelsen acabou por desistir de publicá-la em 1964. Após longa e cuidadosa reflexão, o Hans Kelsen-Institut decidiu levar ao público essa magistral contribuição filosófica do mestre de Viena.
Kelsen se opõe veementemente a qualquer tentativa de desqualificar a ciência moderna como uma religião fracassada, posição sustentada de modo proeminente por seu ex-aluno Eric Voegelin.
Além disso, como Kelsen demonstra de forma convincente, toda tendência a uma “nova” teologização encerra o risco do totalitarismo. Nesse contexto, o texto de Kelsen de 1964 oferece uma contribuição decisiva para o debate público contemporâneo.
O livro é o terceiro volume da coleção Áustria-Brasil, coordenada pelos Professores Gilmar Mendes e Paulo Sávio Maia.
Hans Kelsen (1881-1973) é um dos mais importantes pensadores do século XX, cuja obra influenciou decisivamente os rumos da Teoria do Direito. Foi Professor Catedrático da Universidade de Viena e da Universidade da Califórnia (Berkeley). Recebeu o título de Doutor Honoris Causa das Universidades de Paris (Sorbonne), Harvard, Real de Utrecht, Livre de Berlim, de Chicago, de Salzburgo e de Estrasburgo. Foi Juiz do Tribunal Constitucional da República da Áustria e Consultor Jurídico do Real-Imperial Ministério da Guerra (Império Austro-Húngaro).