
Mais do que uma história de deslocamento geográfico, é um testemunho sobre pertencimento, resiliência e autorreconhecimento. A compreensão de que migrar não é apenas mudar de país – é criar asas sem perder o chão. Identidade não é um ponto no mapa, mas território em construção, trajetória em sobressaltos. EDILENE LOBO
A Editora Contracorrente tem o prazer de anunciar “Solo”, de Paula Macedo Weiss. O livro conta a saga familiar de Hannah e atravessa três gerações. O romance acompanha a trajetória de uma filha de imigrantes alemães no Brasil, marcada pelos ecos da Segunda Guerra, pela culpa histórica transplantada aos trópicos e pelas fraturas do deslocamento cultural.
A obra revisita as diferentes fases da vida de Hannah — sua infância, juventude e entrada na idade adulta no Brasil e na Alemanha, acompanhando seu desenvolvimento pessoal e experiências.
Hannah enfrenta solidão, depressão e amadurecimento, além das dificuldades de integração, de não se sentir pertencente apesar da dupla cidadania, de vivenciar xenofobia e misoginia.
Neste contexto, a maternidade surge como experiência solitária, fruto da estrutura patriarcal vigente; uma tarefa individual que torna as mulheres invisíveis na sociedade. A luta de Hannah para encontrar sua identidade, ser reconhecida, ter uma voz ativa na construção do bem comum.
É um apelo pelo direito de se sentir representado no coletivo, sem perder sua singularidade. Um romance sobre memória, migração e amadurecimento, que pensa a vida como solo, dueto e dança coletiva.
Nascida em Londrina, em 1969, Paula Macedo Weiss é Mestre e Doutora em Direito pela Universidade de Tübingen (Alemanha), presidente da Fundação do Museu de Artes Aplicadas em Frankfurt e membro do Conselho do Instituto Leibniz para a Investigação da Paz e dos Conflitos. É vice-presidente do KW Instituto de Arte Contemporânea em Berlim e da Bienal de Berlim. Integra o Conselho Consultivo Internacional da Bienal de São Paulo e o Observatório da Democracia da Advocacia-Geral da União. Nos últimos anos, vem escrevendo sobre democracia para importantes jornais e revistas no Brasil e na Alemanha. Também publicou "Entre nós" (2021), "Democracia em Movimento" (2022) e "Aurea" (2023). Vive em Frankfurt com o marido e os quatro filhos.
Mais do que uma história de deslocamento geográfico, é um testemunho sobre pertencimento, resiliência e autorreconhecimento. A compreensão de que migrar não é apenas mudar de país – é criar asas sem perder o chão. Identidade não é um ponto no mapa, mas território em construção, trajetória em sobressaltos. EDILENE LOBO
A Editora Contracorrente tem o prazer de anunciar “Solo”, de Paula Macedo Weiss. O livro conta a saga familiar de Hannah e atravessa três gerações. O romance acompanha a trajetória de uma filha de imigrantes alemães no Brasil, marcada pelos ecos da Segunda Guerra, pela culpa histórica transplantada aos trópicos e pelas fraturas do deslocamento cultural.
A obra revisita as diferentes fases da vida de Hannah — sua infância, juventude e entrada na idade adulta no Brasil e na Alemanha, acompanhando seu desenvolvimento pessoal e experiências.
Hannah enfrenta solidão, depressão e amadurecimento, além das dificuldades de integração, de não se sentir pertencente apesar da dupla cidadania, de vivenciar xenofobia e misoginia.
Neste contexto, a maternidade surge como experiência solitária, fruto da estrutura patriarcal vigente; uma tarefa individual que torna as mulheres invisíveis na sociedade. A luta de Hannah para encontrar sua identidade, ser reconhecida, ter uma voz ativa na construção do bem comum.
É um apelo pelo direito de se sentir representado no coletivo, sem perder sua singularidade. Um romance sobre memória, migração e amadurecimento, que pensa a vida como solo, dueto e dança coletiva.
Nascida em Londrina, em 1969, Paula Macedo Weiss é Mestre e Doutora em Direito pela Universidade de Tübingen (Alemanha), presidente da Fundação do Museu de Artes Aplicadas em Frankfurt e membro do Conselho do Instituto Leibniz para a Investigação da Paz e dos Conflitos. É vice-presidente do KW Instituto de Arte Contemporânea em Berlim e da Bienal de Berlim. Integra o Conselho Consultivo Internacional da Bienal de São Paulo e o Observatório da Democracia da Advocacia-Geral da União. Nos últimos anos, vem escrevendo sobre democracia para importantes jornais e revistas no Brasil e na Alemanha. Também publicou "Entre nós" (2021), "Democracia em Movimento" (2022) e "Aurea" (2023). Vive em Frankfurt com o marido e os quatro filhos.