"A obra reflete sobre o avanço da chamada inteligência artificial (IA) no Direito e alerta para os riscos de sua adoção desenfreada, destacando riscos sociais, éticos e cognitivos".
"A autora analisa o modelo de responsabilização dos atos de 8 de janeiro e apresenta reflexões críticas e atuais sobre os riscos que ameaçam a ordem constitucional."