"Quando foram aprovados os artigos das Constituições pacifistas, as feridas da guerra ainda estavam abertas, enquanto hoje estão cada vez mais apagadas na memória, assim como estão os lutos e as destruições."
"A autora analisa o modelo de responsabilização dos atos de 8 de janeiro e apresenta reflexões críticas e atuais sobre os riscos que ameaçam a ordem constitucional."