
"Este é o terceiro tomo de um dos mais extraordinários projetos editoriais já realizados pela teoria econômica brasileira. Com 'As doutrinas econômicas', composto de cinco volumes, o Professor Fabrício Augusto de Oliveira pretende apresentar didaticamente o pensamento das várias escolas de economia, procurando entender a razão de seu distanciamento na explicação dos fenômenos econômicos e nos distintos remédios por elas recomendados, à luz dos diferentes métodos que utilizam na sua compreensão e na dos papeis desempenhados pelos agentes econômicos, entre os quais se inclui o Estado, para a superação das dificuldades que impedem a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada do ponto de vista social."
A EDITORA CONTRACORRENTE tem a satisfação de anunciar a publicação do terceiro tomo de “As doutrinas econômicas”, um extraordinário projeto editorial escrito pelo Professor Fabrício Augusto de Oliveira cujo objetivo é apresentar de forma didática o pensamento das diferentes escolas econômicas, de modo a compreender as divergências na explicação dos fenômenos econômicos e nas soluções propostas.
O primeiro tomo da obra, dedicado à economia política clássica, foi finalista do Prêmio Jabuti (2024).O terceiro volume que ora entregamos aos leitores parte de uma inquietação central: até que ponto a economia dominante descreve, de fato, o comportamento humano? Inspirado pelas críticas de Daniel Kahneman ao modelo do homo economicus, o autor realiza uma investigação sobre as origens, pressupostos e fragilidades da escola neoclássica, que sustenta grande parte da teoria econômica até hoje.
A obra dedica atenção à Escola Austríaca e à Teoria Austríaca do Capital, discutindo seus esforços para explicar os ciclos econômicos e suas limitações diante das crises. Examina ainda o colapso da teoria neoclássica frente à crise de 1929 e a ascensão do pensamento de Keynes como resposta às falhas dos mecanismos automáticos de equilíbrio defendidos pela ortodoxia. Uma leitura indicada para estudantes, pesquisadores e leitores interessados nas disputas teóricas que moldaram a economia moderna.
CONHEÇA O AUTOR
Fabrício Augusto de Oliveira é Doutor em Economia pelo Instituto de Economia da Unicamp e atualmente Professor da Escola do Legislativo do Estado de Minas Gerais, além de consultor de economia do setor público e economia brasileira. Foi Professor-adjunto da PUC-MG e da UFMG, Professor Livre-docente da Unicamp, Professor-visitante da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e Professor do Curso de Mestrado da Fundação João Pinheiro. Foi ainda Secretário adjunto-geral da Secretaria da Fazenda de Minas Gerais no governo Itamar Franco. Foi premiado com o 1º Lugar do Prêmio Brasil de Economia, de 2011, do Conselho Federal de Economia, com o livro Economia e Política das Finanças Públicas no Brasil, e com o 2º Lugar, em 2020, com o livro Governos Lula, Dilma e Temer: do espetáculo do crescimento ao inferno da recessão e da estagnação. O tomo I de As doutrinas econômicas, publicado em 2023 pela Editora Contracorrente, foi finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico de 2024.
"Este é o terceiro tomo de um dos mais extraordinários projetos editoriais já realizados pela teoria econômica brasileira. Com 'As doutrinas econômicas', composto de cinco volumes, o Professor Fabrício Augusto de Oliveira pretende apresentar didaticamente o pensamento das várias escolas de economia, procurando entender a razão de seu distanciamento na explicação dos fenômenos econômicos e nos distintos remédios por elas recomendados, à luz dos diferentes métodos que utilizam na sua compreensão e na dos papeis desempenhados pelos agentes econômicos, entre os quais se inclui o Estado, para a superação das dificuldades que impedem a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada do ponto de vista social."
A EDITORA CONTRACORRENTE tem a satisfação de anunciar a publicação do terceiro tomo de “As doutrinas econômicas”, um extraordinário projeto editorial escrito pelo Professor Fabrício Augusto de Oliveira cujo objetivo é apresentar de forma didática o pensamento das diferentes escolas econômicas, de modo a compreender as divergências na explicação dos fenômenos econômicos e nas soluções propostas.
O primeiro tomo da obra, dedicado à economia política clássica, foi finalista do Prêmio Jabuti (2024).O terceiro volume que ora entregamos aos leitores parte de uma inquietação central: até que ponto a economia dominante descreve, de fato, o comportamento humano? Inspirado pelas críticas de Daniel Kahneman ao modelo do homo economicus, o autor realiza uma investigação sobre as origens, pressupostos e fragilidades da escola neoclássica, que sustenta grande parte da teoria econômica até hoje.
A obra dedica atenção à Escola Austríaca e à Teoria Austríaca do Capital, discutindo seus esforços para explicar os ciclos econômicos e suas limitações diante das crises. Examina ainda o colapso da teoria neoclássica frente à crise de 1929 e a ascensão do pensamento de Keynes como resposta às falhas dos mecanismos automáticos de equilíbrio defendidos pela ortodoxia. Uma leitura indicada para estudantes, pesquisadores e leitores interessados nas disputas teóricas que moldaram a economia moderna.
CONHEÇA O AUTOR
Fabrício Augusto de Oliveira é Doutor em Economia pelo Instituto de Economia da Unicamp e atualmente Professor da Escola do Legislativo do Estado de Minas Gerais, além de consultor de economia do setor público e economia brasileira. Foi Professor-adjunto da PUC-MG e da UFMG, Professor Livre-docente da Unicamp, Professor-visitante da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e Professor do Curso de Mestrado da Fundação João Pinheiro. Foi ainda Secretário adjunto-geral da Secretaria da Fazenda de Minas Gerais no governo Itamar Franco. Foi premiado com o 1º Lugar do Prêmio Brasil de Economia, de 2011, do Conselho Federal de Economia, com o livro Economia e Política das Finanças Públicas no Brasil, e com o 2º Lugar, em 2020, com o livro Governos Lula, Dilma e Temer: do espetáculo do crescimento ao inferno da recessão e da estagnação. O tomo I de As doutrinas econômicas, publicado em 2023 pela Editora Contracorrente, foi finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico de 2024.
1.1 O quadro econômico da época e o método de análise neoclássico: ciência “pura” em um mundo econômico “idealizado”
1.2 O Individualismo Metodológico (IM)
1.3 O indivíduo no pensamento neoclássico: algumas notas críticas
2.1 Os fundadores da teoria neoclássica: bombardeios na teoria clássica do valor-trabalho
2.1.1 Um pouco de suas vidas e formação
2.2 A ambição da economia como ciência “pura”, exata
2.3 A construção da ciência pura: as leis naturais, o agente racional e a livre concorrência
2.4 O método estático de análise: ignorando a história
2.5 O deslocamento do valor-trabalho para o valor-utilidade e o equilíbrio no mercado de produtos
2.6 A utilidade marginal e o processo subjetivo de avaliação
2.6.1 As origens do valor subjetivo e do princípio da utilidade marginal
2.7 A soberania do consumidor à luz do princípio marginal e do valor-utilidade
2.8 Uma explicação prévia (mas necessária) sobre os rendimentos decrescentes na produção da teoria neoclássica
2.9 O princípio marginal e o equilíbrio no mercado de fatores de produção: os dilemas (e inconsistências) da teoria neoclássica
2.9.1 As soluções de Jevons e Menger: esboços e inconsistências
2.9.2 O modelo de equilíbrio geral walrasiano
2.10 Problemas ligados à lógica do pensamento neoclássico
2.10.1 Insuficiências e inconsistências da teoria neoclássica
3.1 Introdução
3.2 Vida e obra
3.3 Procura, oferta, preços e valor
3.4 Concorrência perfeita e equilíbrio parcial
3.5 A distribuição dos frutos da produção
4.1 Introdução
4.2 Wieser e Böhm-Bawerk: as teorias do valor e do capital neoclássicas revisitadas
4.3 J. B. Clark: aperfeiçoando o cálculo da produtividade marginal e preocupações com a justiça distributiva
4.4 Vilfredo Pareto: abandono da medida cardinal de utilidade e o ponto (ilusório) de máxima eficiência no modelo de concorrência walrasiano
4.5 Knut Wicksell: crédito e taxa de juros bancária – jogando nuvens monetárias no modelo de equilíbrio geral
4.6 Irving Fisher: do equilíbrio neoclássico à grande depressão da década de 1930 – uma trajetória de sucessos e tragédias
4.6.1 Introdução
4.6.2 Caminhos tortuosos e vitoriosos do economista (1867-1905)
4.6.3 O céu como limite (1905-1929)
4.6.4 As curvas de indiferença
4.6.5 A teoria do capital, do investimento e da taxa de juros, e a preferência temporal
4.6.6 Fisher e a teoria quantitativa da moeda
4.6.7 A diferença entre taxa real e taxa nominal de juros4.6.8 Fisher e os Índices de Preços
4.6.9 De volta ao inferno (1929)
4.6.10 A redenção intelectual ignorada: o trabalho de 1933 sobre a teoria da deflação e da dívida
4.7 Joseph Schumpeter: a “destruição criativa” e a economia em movimento
4.7.1 Introdução
4.7.2 A teoria do Desenvolvimento Econômico: o otimismo da “destruição criativa” e os ciclos econômicos
4.7.3 O pessimismo da maturidade sobre o futuro do capitalismo
5.1 Introdução
5.2 O neoclassicismo e a teoria austríaca de economia e do capital
5.2.1 Ludwig von Mises: a moeda e o ciclo econômico
5.2.2 Friedrich von Hayek e a Teoria Austríaca do Capital (TAC)CAPÍTULO VI – O DESMORONAMENTO DA TEORIA NEOCLÁSSICA
6.1 Introdução
6.2 Concorrência perfeita e imperfeita (monopolística): o avanço de pedras no caminho do pensamento neoclássico
6.3 A crise de 1930: o ocaso da teoria neoclássica
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Suspendisse varius enim in eros elementum tristique. Duis cursus, mi quis viverra ornare, eros dolor interdum nulla, ut commodo diam libero vitae erat. Aenean faucibus nibh et justo cursus id rutrum lorem imperdiet. Nunc ut sem vitae risus tristique posuere.
"Este é o terceiro tomo de um dos mais extraordinários projetos editoriais já realizados pela teoria econômica brasileira. Com 'As doutrinas econômicas', composto de cinco volumes, o Professor Fabrício Augusto de Oliveira pretende apresentar didaticamente o pensamento das várias escolas de economia, procurando entender a razão de seu distanciamento na explicação dos fenômenos econômicos e nos distintos remédios por elas recomendados, à luz dos diferentes métodos que utilizam na sua compreensão e na dos papeis desempenhados pelos agentes econômicos, entre os quais se inclui o Estado, para a superação das dificuldades que impedem a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada do ponto de vista social."
A EDITORA CONTRACORRENTE tem a satisfação de anunciar a publicação do terceiro tomo de “As doutrinas econômicas”, um extraordinário projeto editorial escrito pelo Professor Fabrício Augusto de Oliveira cujo objetivo é apresentar de forma didática o pensamento das diferentes escolas econômicas, de modo a compreender as divergências na explicação dos fenômenos econômicos e nas soluções propostas.
O primeiro tomo da obra, dedicado à economia política clássica, foi finalista do Prêmio Jabuti (2024).O terceiro volume que ora entregamos aos leitores parte de uma inquietação central: até que ponto a economia dominante descreve, de fato, o comportamento humano? Inspirado pelas críticas de Daniel Kahneman ao modelo do homo economicus, o autor realiza uma investigação sobre as origens, pressupostos e fragilidades da escola neoclássica, que sustenta grande parte da teoria econômica até hoje.
A obra dedica atenção à Escola Austríaca e à Teoria Austríaca do Capital, discutindo seus esforços para explicar os ciclos econômicos e suas limitações diante das crises. Examina ainda o colapso da teoria neoclássica frente à crise de 1929 e a ascensão do pensamento de Keynes como resposta às falhas dos mecanismos automáticos de equilíbrio defendidos pela ortodoxia. Uma leitura indicada para estudantes, pesquisadores e leitores interessados nas disputas teóricas que moldaram a economia moderna.
CONHEÇA O AUTOR
Fabrício Augusto de Oliveira é Doutor em Economia pelo Instituto de Economia da Unicamp e atualmente Professor da Escola do Legislativo do Estado de Minas Gerais, além de consultor de economia do setor público e economia brasileira. Foi Professor-adjunto da PUC-MG e da UFMG, Professor Livre-docente da Unicamp, Professor-visitante da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e Professor do Curso de Mestrado da Fundação João Pinheiro. Foi ainda Secretário adjunto-geral da Secretaria da Fazenda de Minas Gerais no governo Itamar Franco. Foi premiado com o 1º Lugar do Prêmio Brasil de Economia, de 2011, do Conselho Federal de Economia, com o livro Economia e Política das Finanças Públicas no Brasil, e com o 2º Lugar, em 2020, com o livro Governos Lula, Dilma e Temer: do espetáculo do crescimento ao inferno da recessão e da estagnação. O tomo I de As doutrinas econômicas, publicado em 2023 pela Editora Contracorrente, foi finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico de 2024.
1.1 O quadro econômico da época e o método de análise neoclássico: ciência “pura” em um mundo econômico “idealizado”
1.2 O Individualismo Metodológico (IM)
1.3 O indivíduo no pensamento neoclássico: algumas notas críticas
2.1 Os fundadores da teoria neoclássica: bombardeios na teoria clássica do valor-trabalho
2.1.1 Um pouco de suas vidas e formação
2.2 A ambição da economia como ciência “pura”, exata
2.3 A construção da ciência pura: as leis naturais, o agente racional e a livre concorrência
2.4 O método estático de análise: ignorando a história
2.5 O deslocamento do valor-trabalho para o valor-utilidade e o equilíbrio no mercado de produtos
2.6 A utilidade marginal e o processo subjetivo de avaliação
2.6.1 As origens do valor subjetivo e do princípio da utilidade marginal
2.7 A soberania do consumidor à luz do princípio marginal e do valor-utilidade
2.8 Uma explicação prévia (mas necessária) sobre os rendimentos decrescentes na produção da teoria neoclássica
2.9 O princípio marginal e o equilíbrio no mercado de fatores de produção: os dilemas (e inconsistências) da teoria neoclássica
2.9.1 As soluções de Jevons e Menger: esboços e inconsistências
2.9.2 O modelo de equilíbrio geral walrasiano
2.10 Problemas ligados à lógica do pensamento neoclássico
2.10.1 Insuficiências e inconsistências da teoria neoclássica
3.1 Introdução
3.2 Vida e obra
3.3 Procura, oferta, preços e valor
3.4 Concorrência perfeita e equilíbrio parcial
3.5 A distribuição dos frutos da produção
4.1 Introdução
4.2 Wieser e Böhm-Bawerk: as teorias do valor e do capital neoclássicas revisitadas
4.3 J. B. Clark: aperfeiçoando o cálculo da produtividade marginal e preocupações com a justiça distributiva
4.4 Vilfredo Pareto: abandono da medida cardinal de utilidade e o ponto (ilusório) de máxima eficiência no modelo de concorrência walrasiano
4.5 Knut Wicksell: crédito e taxa de juros bancária – jogando nuvens monetárias no modelo de equilíbrio geral
4.6 Irving Fisher: do equilíbrio neoclássico à grande depressão da década de 1930 – uma trajetória de sucessos e tragédias
4.6.1 Introdução
4.6.2 Caminhos tortuosos e vitoriosos do economista (1867-1905)
4.6.3 O céu como limite (1905-1929)
4.6.4 As curvas de indiferença
4.6.5 A teoria do capital, do investimento e da taxa de juros, e a preferência temporal
4.6.6 Fisher e a teoria quantitativa da moeda
4.6.7 A diferença entre taxa real e taxa nominal de juros4.6.8 Fisher e os Índices de Preços
4.6.9 De volta ao inferno (1929)
4.6.10 A redenção intelectual ignorada: o trabalho de 1933 sobre a teoria da deflação e da dívida
4.7 Joseph Schumpeter: a “destruição criativa” e a economia em movimento
4.7.1 Introdução
4.7.2 A teoria do Desenvolvimento Econômico: o otimismo da “destruição criativa” e os ciclos econômicos
4.7.3 O pessimismo da maturidade sobre o futuro do capitalismo
5.1 Introdução
5.2 O neoclassicismo e a teoria austríaca de economia e do capital
5.2.1 Ludwig von Mises: a moeda e o ciclo econômico
5.2.2 Friedrich von Hayek e a Teoria Austríaca do Capital (TAC)CAPÍTULO VI – O DESMORONAMENTO DA TEORIA NEOCLÁSSICA
6.1 Introdução
6.2 Concorrência perfeita e imperfeita (monopolística): o avanço de pedras no caminho do pensamento neoclássico
6.3 A crise de 1930: o ocaso da teoria neoclássica
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Suspendisse varius enim in eros elementum tristique. Duis cursus, mi quis viverra ornare, eros dolor interdum nulla, ut commodo diam libero vitae erat. Aenean faucibus nibh et justo cursus id rutrum lorem imperdiet. Nunc ut sem vitae risus tristique posuere.