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CATÁLOGO
Direito
O dragão sob o céu: Direito, Soberania e Socialismo na China

O dragão sob o céu: Direito, Soberania e Socialismo na China

PRÉ-VENDA: previsão de envio a partir de 30/08
Autoria:
Coordenação:
Silvio Almeida
Ano:
2026
Tradutor:
Prefácio:
Tradutor:
Prefácio:
1ª Edição
Encadernação:
Brochura
ISBN:
9786553963689
Páginas:
360
Dimensões:
16
cm
×
2
cm
×
23
cm
Peso:
300
g

RESUMO

O Dragão sob o Céu insere-se entre os trabalhos que procuram ampliar o horizonte da teoria jurídica contemporânea. Ao deslocar o centro do debate para uma tradição intelectual frequentemente lida apenas através de categorias ocidentais, o livro propõe uma reflexão de alcance universal sobre soberania, desenvolvimento, colonialismo e formas de organização do Estado.

sobre

O Dragão sob o Céu insere-se entre os trabalhos que procuram ampliar o horizonteda teoria jurídica contemporânea. Ao deslocar o centro do debate para uma tradição intelectual frequentemente lida apenas através de categorias ocidentais, o livro propõe uma reflexão de alcance universal sobre soberania, desenvolvimento, colonialismo e formas de organização do Estado.

A Editora Contracorrente tem a satisfação de anunciar o lançamento do livro “O dragão sob o céu: Direito, Soberania e Socialismo na China”, do jurista Silvio Almeida. A ascensão da China constitui um dos acontecimentos decisivos do século XXI. Ainda assim, permanece pouco compreendida.

Em vez de perguntar se o país representa uma forma de capitalismo de Estado ou de socialismo, este precioso livro propõe outra questão: como uma civilização submetida ao colonialismo conseguiu reconstruir sua soberania e transformar o Direito em instrumento de um projeto nacional de desenvolvimento?

Ao percorrer a história do pensamento político e jurídico da China, do confucionismo à contemporaneidade, Silvio Almeida apresenta uma interpretação original da experiência chinesa por meio do conceito de soberanização da técnica jurídica. Mais do que um estudo sobre a China, este livro convida o leitor a repensar as relações entre Direito, soberania, desenvolvimento e emancipação nacional a partir da perspectiva do Sul Global.

A obra se apresenta, pois, como uma importantíssima contribuição teórica de um dos intelectuais mais originais de nosso país.

Autores

O Dragão sob o Céu insere-se entre os trabalhos que procuram ampliar o horizonteda teoria jurídica contemporânea. Ao deslocar o centro do debate para uma tradição intelectual frequentemente lida apenas através de categorias ocidentais, o livro propõe uma reflexão de alcance universal sobre soberania, desenvolvimento, colonialismo e formas de organização do Estado.

A Editora Contracorrente tem a satisfação de anunciar o lançamento do livro “O dragão sob o céu: Direito, Soberania e Socialismo na China”, do jurista Silvio Almeida. A ascensão da China constitui um dos acontecimentos decisivos do século XXI. Ainda assim, permanece pouco compreendida.

Em vez de perguntar se o país representa uma forma de capitalismo de Estado ou de socialismo, este precioso livro propõe outra questão: como uma civilização submetida ao colonialismo conseguiu reconstruir sua soberania e transformar o Direito em instrumento de um projeto nacional de desenvolvimento?

Ao percorrer a história do pensamento político e jurídico da China, do confucionismo à contemporaneidade, Silvio Almeida apresenta uma interpretação original da experiência chinesa por meio do conceito de soberanização da técnica jurídica. Mais do que um estudo sobre a China, este livro convida o leitor a repensar as relações entre Direito, soberania, desenvolvimento e emancipação nacional a partir da perspectiva do Sul Global.

A obra se apresenta, pois, como uma importantíssima contribuição teórica de um dos intelectuais mais originais de nosso país.

Índice

SUMÁRIO
LINHA DO TEMPO
INTRODUÇÃO
NOTA METODOLÓGICA
PARTE I: AS MATRIZES CLÁSSICAS: CONFUCIONISMO E LEGALISMO - O Mandato Celeste (Tiānmìng)

CAPÍTULO I – AS MATRIZES CLÁSSICAS: CONFUCIONISMO E LEGALISMO

1.1 Duas tradições, uma síntese

1.2 O confucionismo: governo pela irradiação moral

1.3 O legalismo

1.4 A síntese Han

1.5 Lǐ, Fǎ (法) e a primazia do político

CAPÍTULO II – O CÓDIGO TANG E A TÉCNICA NORMATIVA IMPERIAL

2.1 Codificação e primazia do político

2.2 O comentário oficial como jurisprudência subordinada

2.3 Hierarquias morais e técnica punitiva

2.4 Os dez crimes imperdoáveis: a técnica dos males como escala de bens

2.5 A responsabilidade coletiva e o sujeito normativo hierarquicamente situado

2.6 A difusão do Código Tang no leste asiático

CAPÍTULO III – WANG ANSHI E A SEGUNDA SÍNTESE: REFORMA SONG

3.1 A crise da autoridade imperial Song e o neoconfucianismo

3.2 As novas políticas de Wang Anshi e a subordinação do fǎ à política

3.3 O fracasso político e suas determinações materiais

3.4 As condições da transformação e a política como força constitutiva

3.5 A tradição como problema: técnica normativa, projeto político e ruptura colonial

PARTE II: RUPTURA COLONIAL E PENSAMENTO EM CRISEO Grande Dragão Fraturado (Duànliè de Jùlóng)

CAPÍTULO IV – OS TRATADOS DESIGUAIS E A HUMILHAÇÃO JURÍDICA

4.1 A ordem sinocêntrica e seu colapso

4.2 As guerras do ópio e a imposição da forma jurídica

4.3 Extraterritorialidade e a negação jurídica da soberania

4.4 A Segunda Guerra e o aprofundamento da subordinação

4.5 As tentativas de codificação: “modernização” como condição para a soberania

CAPÍTULO V – O PERÍODO REPUBLICANO: MODERNIZAÇÃO SEM SOBERANIA

5.1 Sun Yat-sen: o Direito sem base material

5.2 O Guomindang: técnica sem projeto

5.3 Zonas liberadas: prática sem teoria

5.4 A mediação intelectual: de Qu Qiubai a Ai Siqi

CAPÍTULO VI – MAO ZEDONG E A REVOLUÇÃO CHINESA

6.1 O arqueiro e os dez sóis

6.2 China como formação social específica

6.3 A revolução em dois tempos: a teoria da etapa histórica e sua determinação sobre o Estado

6.4 O método dialético como critério de governo: o que Sobre a Contradição e Sobre a Prática implicam para o Direito

6.5 O Estado como instrumento de classe

6.6 Sobre as dez grandes relações: a política como arquitetura da construção socialista

6.7 A nação como forma, o marxismo como conteúdo

6.8 O legado e a questão aberta

PARTE III: A REVOLUÇÃO E SUAS TEORIAS - O Voo do Fenghuang

CAPÍTULO VII – VYSHINSKY CONTRA PACHUKANIS: A ESCOLHA SOVIÉTICA

7.1 Descolonização jurídica e soberania

7.2 O embate soviético: porque Vyshinsky e não Pachukanis

7.3 Pachukanis e o problema da construção estatal

7.4 Andrei Vyshinsky: o Direito como vontade de classe e arma do Estado

7.5 A soberanização da técnica jurídica

CAPÍTULO VIII – O MAOÍSMO: O DIREITO, AS MASSAS E A REVOLUÇÃO CULTURAL

8.1 A radicalidade da Revolução Cultural

8.2 A crítica maoísta da autonomização burocrática: quando o Direito se volta contra o povo

8.3 A Constituição de 1975 e a institucionalização da lógica revolucionária

8.4 O legado contraditório: o que a Revolução Cultural lega ao pensamento jurídico chinês

PARTE IV: A SOBERANIZAÇÃO DA TÉCNICA JURÍDICA - O Passo Suspenso do Qilin

CAPÍTULO IX – DENG XIAOPING E A RESTAURAÇÃO DO DIREITO: DIREITO, SOBERANIA E DESENVOLVIMENTO NA CHINA PÓS-MAO

9.1 O pragmatismo como teoria do desenvolvimento

9.2 Peng Zhen e a reconstrução jurídica do Estado socialista

9.3 A reconstrução dos ramos jurídicos fundamentais

9.4 A Constituição de 1982 e a forma constitucional da soberania

9.4.1 Forma de estado, forma de governo e sistema de governo

9.4.2 A rejeição à tripartição de poderes e o centralismo democrático

9.5 As Zonas Econômicas Especiais como laboratório jurídico-político

9.6 A Lei de Processo Administrativo de 1989: controle como técnica de soberania

9.7 Zhu Suli e a crítica ao transplante jurídico

9.8 O legado da era Deng Xiaoping

CAPÍTULO X – SOCIALISMO DE MERCADO OU CAPITALISMO DE ESTADO? O PROBLEMA DA FORMA JURÍDICA

10.1 A revolução e suas etapas

10.2 O debate sobre a formação social chinesa

10.3 O lugar do Direito na Revolução

CAPÍTULO XI – SOBERANIA, NAÇÃO E CONTRADIÇÃO

11.1 A nação como forma histórica da revolução

11.2 Soberania, reformas e comando da abertura

11.3 China, Direito Internacional e soberania

11.4 Democracia, nacionalismo e direção política do desenvolvimento

11.5 A redução nacional da história

CAPÍTULO XII – JIANG ZEMIN E HU JINTAO: A CONSOLIDAÇÃO DOUTRINÁRIA DA SOBERANIZAÇÃO DA TÉCNICA JURÍDICA

12.1 As Três Representações e a constitucionalização do sujeito privado

12.2 A OMC e o transplante gerenciado

12.3 A Lei da Propriedade: a forma jurídica em disputa

12.4 Hu Jintao e a governança das contradições

12.5 O legado do período intermediário

CAPÍTULO XIII – XI JINPING: DIREITO, GOVERNANÇA E O SONHO CHINÊS

13.1 O caminho para o rejuvenescimento

13.2 As contradições do período de reforma

13.3 O Estado de Direito socialista com características chinesas

13.4 Governança, ciência e tecnologia

13.5 O Sonho Chinês e a sociedade moderadamente próspera

13.6 A reintegração contemporânea do lǐ ao fǎ

13.7 Diferenciação de domínios e soberania da técnica

13.8 A estabilidade social como imperativo sistêmico

13.9 O Estado de Direito e a soberanização da técnica

CAPÍTULO XIV – A DIGNIDADE PLANEJADA: DIREITOS HUMANOS E SOBERANIA

14.1 O problema da hierarquia

14.2 A institucionalização da política de direitos humanos: livros brancos e planos nacionais

14.3 Li Lin e a teoria dos três níveis

14.4 Shēngmìngquán e Shēngcúnquán: a fusão dialética de Xu Xianming

14.5 A crítica ao universalismo formal

14.6 Governança, descolonização e projeto nacional

14.7 Tensões internas e vitalidade do debate

14.8 Dignidade como planejamento: o Xiaokang como horizonte jurídico

14.9 Violações, excepcionalização e seletividade do discurso hegemônico

PARTE V: O CONFRONTO TEÓRICO E A INTERLOCUÇÃO PERIFÉRICA - A Abóbada de Tianxia

CAPÍTULO XV – JIANG SHIGONG E ZHANG WENXIAN: O CONSTITUCIONALISMO SOBERANISTA

15.1 Sistematizadores

15.2 Jiang Shigong e a dupla constituição

15.3 Da dupla constituição à soberania total: o projeto de 2018

15.4 Zhang Wenxian e a jurisprudência socialista como projeto civilizacional

15.5 O Direito e a consciência do caminho chinês

15.6 Sujeito coletivo, valores socialistas fundamentais e classe

CAPÍTULO XVI – O PENSAMENTO JURÍDICO CHINÊS DIANTE DE KELSEN, HART E DWORKIN

16.1 Kelsen, Hart e Dworkin

16.2 Kelsen e a pureza da teoria

16.3 Hart e a regra de reconhecimento

16.4 Dworkin e a moralidade política da interpretação

16.5 “Governar pela lei”

16.6 A universalidade como problema histórico

CAPÍTULO XVII – A SOBERANIZAÇÃO DA TÉCNICA JURÍDICA E DESAFIO PERIFÉRICO: O QUE O BRASIL PODE APRENDER PARA CONSTRUIR O PRÓPRIO CAMINHO

17.1 O que o Direito na China tem a ver com o Brasil?

17.2 A herança colonial como problema teórico

17.3 Dependência, autocracia e racismo como elementos de unidade histórica

17.4 A pergunta que a experiência da China deixa ao Direito brasileiro

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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O dragão sob o céu: Direito, Soberania e Socialismo na China

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O dragão sob o céu: Direito, Soberania e Socialismo na China

PRÉ-VENDA: previsão de envio a partir de 30/08
Autoria:
Coordenação:
Silvio Almeida
Prefácio:
Prefácio:
Tradutor:
Prefácio:
Tradutor:
Prefácio:
Tradutor:
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Ano:
2026
1ª Edição
Encadernação:
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Brochura
ISBN:
9786553963689
Dimensões:
16
cm
×
2
cm
×
23
cm
Páginas:
360
Peso:
300
g
PRÉ-VENDA: previsão de envio a partir de 30/08

RESUMO

O Dragão sob o Céu insere-se entre os trabalhos que procuram ampliar o horizonte da teoria jurídica contemporânea. Ao deslocar o centro do debate para uma tradição intelectual frequentemente lida apenas através de categorias ocidentais, o livro propõe uma reflexão de alcance universal sobre soberania, desenvolvimento, colonialismo e formas de organização do Estado.

sobre

O Dragão sob o Céu insere-se entre os trabalhos que procuram ampliar o horizonteda teoria jurídica contemporânea. Ao deslocar o centro do debate para uma tradição intelectual frequentemente lida apenas através de categorias ocidentais, o livro propõe uma reflexão de alcance universal sobre soberania, desenvolvimento, colonialismo e formas de organização do Estado.

A Editora Contracorrente tem a satisfação de anunciar o lançamento do livro “O dragão sob o céu: Direito, Soberania e Socialismo na China”, do jurista Silvio Almeida. A ascensão da China constitui um dos acontecimentos decisivos do século XXI. Ainda assim, permanece pouco compreendida.

Em vez de perguntar se o país representa uma forma de capitalismo de Estado ou de socialismo, este precioso livro propõe outra questão: como uma civilização submetida ao colonialismo conseguiu reconstruir sua soberania e transformar o Direito em instrumento de um projeto nacional de desenvolvimento?

Ao percorrer a história do pensamento político e jurídico da China, do confucionismo à contemporaneidade, Silvio Almeida apresenta uma interpretação original da experiência chinesa por meio do conceito de soberanização da técnica jurídica. Mais do que um estudo sobre a China, este livro convida o leitor a repensar as relações entre Direito, soberania, desenvolvimento e emancipação nacional a partir da perspectiva do Sul Global.

A obra se apresenta, pois, como uma importantíssima contribuição teórica de um dos intelectuais mais originais de nosso país.

Índice

SUMÁRIO
LINHA DO TEMPO
INTRODUÇÃO
NOTA METODOLÓGICA
PARTE I: AS MATRIZES CLÁSSICAS: CONFUCIONISMO E LEGALISMO - O Mandato Celeste (Tiānmìng)

CAPÍTULO I – AS MATRIZES CLÁSSICAS: CONFUCIONISMO E LEGALISMO

1.1 Duas tradições, uma síntese

1.2 O confucionismo: governo pela irradiação moral

1.3 O legalismo

1.4 A síntese Han

1.5 Lǐ, Fǎ (法) e a primazia do político

CAPÍTULO II – O CÓDIGO TANG E A TÉCNICA NORMATIVA IMPERIAL

2.1 Codificação e primazia do político

2.2 O comentário oficial como jurisprudência subordinada

2.3 Hierarquias morais e técnica punitiva

2.4 Os dez crimes imperdoáveis: a técnica dos males como escala de bens

2.5 A responsabilidade coletiva e o sujeito normativo hierarquicamente situado

2.6 A difusão do Código Tang no leste asiático

CAPÍTULO III – WANG ANSHI E A SEGUNDA SÍNTESE: REFORMA SONG

3.1 A crise da autoridade imperial Song e o neoconfucianismo

3.2 As novas políticas de Wang Anshi e a subordinação do fǎ à política

3.3 O fracasso político e suas determinações materiais

3.4 As condições da transformação e a política como força constitutiva

3.5 A tradição como problema: técnica normativa, projeto político e ruptura colonial

PARTE II: RUPTURA COLONIAL E PENSAMENTO EM CRISEO Grande Dragão Fraturado (Duànliè de Jùlóng)

CAPÍTULO IV – OS TRATADOS DESIGUAIS E A HUMILHAÇÃO JURÍDICA

4.1 A ordem sinocêntrica e seu colapso

4.2 As guerras do ópio e a imposição da forma jurídica

4.3 Extraterritorialidade e a negação jurídica da soberania

4.4 A Segunda Guerra e o aprofundamento da subordinação

4.5 As tentativas de codificação: “modernização” como condição para a soberania

CAPÍTULO V – O PERÍODO REPUBLICANO: MODERNIZAÇÃO SEM SOBERANIA

5.1 Sun Yat-sen: o Direito sem base material

5.2 O Guomindang: técnica sem projeto

5.3 Zonas liberadas: prática sem teoria

5.4 A mediação intelectual: de Qu Qiubai a Ai Siqi

CAPÍTULO VI – MAO ZEDONG E A REVOLUÇÃO CHINESA

6.1 O arqueiro e os dez sóis

6.2 China como formação social específica

6.3 A revolução em dois tempos: a teoria da etapa histórica e sua determinação sobre o Estado

6.4 O método dialético como critério de governo: o que Sobre a Contradição e Sobre a Prática implicam para o Direito

6.5 O Estado como instrumento de classe

6.6 Sobre as dez grandes relações: a política como arquitetura da construção socialista

6.7 A nação como forma, o marxismo como conteúdo

6.8 O legado e a questão aberta

PARTE III: A REVOLUÇÃO E SUAS TEORIAS - O Voo do Fenghuang

CAPÍTULO VII – VYSHINSKY CONTRA PACHUKANIS: A ESCOLHA SOVIÉTICA

7.1 Descolonização jurídica e soberania

7.2 O embate soviético: porque Vyshinsky e não Pachukanis

7.3 Pachukanis e o problema da construção estatal

7.4 Andrei Vyshinsky: o Direito como vontade de classe e arma do Estado

7.5 A soberanização da técnica jurídica

CAPÍTULO VIII – O MAOÍSMO: O DIREITO, AS MASSAS E A REVOLUÇÃO CULTURAL

8.1 A radicalidade da Revolução Cultural

8.2 A crítica maoísta da autonomização burocrática: quando o Direito se volta contra o povo

8.3 A Constituição de 1975 e a institucionalização da lógica revolucionária

8.4 O legado contraditório: o que a Revolução Cultural lega ao pensamento jurídico chinês

PARTE IV: A SOBERANIZAÇÃO DA TÉCNICA JURÍDICA - O Passo Suspenso do Qilin

CAPÍTULO IX – DENG XIAOPING E A RESTAURAÇÃO DO DIREITO: DIREITO, SOBERANIA E DESENVOLVIMENTO NA CHINA PÓS-MAO

9.1 O pragmatismo como teoria do desenvolvimento

9.2 Peng Zhen e a reconstrução jurídica do Estado socialista

9.3 A reconstrução dos ramos jurídicos fundamentais

9.4 A Constituição de 1982 e a forma constitucional da soberania

9.4.1 Forma de estado, forma de governo e sistema de governo

9.4.2 A rejeição à tripartição de poderes e o centralismo democrático

9.5 As Zonas Econômicas Especiais como laboratório jurídico-político

9.6 A Lei de Processo Administrativo de 1989: controle como técnica de soberania

9.7 Zhu Suli e a crítica ao transplante jurídico

9.8 O legado da era Deng Xiaoping

CAPÍTULO X – SOCIALISMO DE MERCADO OU CAPITALISMO DE ESTADO? O PROBLEMA DA FORMA JURÍDICA

10.1 A revolução e suas etapas

10.2 O debate sobre a formação social chinesa

10.3 O lugar do Direito na Revolução

CAPÍTULO XI – SOBERANIA, NAÇÃO E CONTRADIÇÃO

11.1 A nação como forma histórica da revolução

11.2 Soberania, reformas e comando da abertura

11.3 China, Direito Internacional e soberania

11.4 Democracia, nacionalismo e direção política do desenvolvimento

11.5 A redução nacional da história

CAPÍTULO XII – JIANG ZEMIN E HU JINTAO: A CONSOLIDAÇÃO DOUTRINÁRIA DA SOBERANIZAÇÃO DA TÉCNICA JURÍDICA

12.1 As Três Representações e a constitucionalização do sujeito privado

12.2 A OMC e o transplante gerenciado

12.3 A Lei da Propriedade: a forma jurídica em disputa

12.4 Hu Jintao e a governança das contradições

12.5 O legado do período intermediário

CAPÍTULO XIII – XI JINPING: DIREITO, GOVERNANÇA E O SONHO CHINÊS

13.1 O caminho para o rejuvenescimento

13.2 As contradições do período de reforma

13.3 O Estado de Direito socialista com características chinesas

13.4 Governança, ciência e tecnologia

13.5 O Sonho Chinês e a sociedade moderadamente próspera

13.6 A reintegração contemporânea do lǐ ao fǎ

13.7 Diferenciação de domínios e soberania da técnica

13.8 A estabilidade social como imperativo sistêmico

13.9 O Estado de Direito e a soberanização da técnica

CAPÍTULO XIV – A DIGNIDADE PLANEJADA: DIREITOS HUMANOS E SOBERANIA

14.1 O problema da hierarquia

14.2 A institucionalização da política de direitos humanos: livros brancos e planos nacionais

14.3 Li Lin e a teoria dos três níveis

14.4 Shēngmìngquán e Shēngcúnquán: a fusão dialética de Xu Xianming

14.5 A crítica ao universalismo formal

14.6 Governança, descolonização e projeto nacional

14.7 Tensões internas e vitalidade do debate

14.8 Dignidade como planejamento: o Xiaokang como horizonte jurídico

14.9 Violações, excepcionalização e seletividade do discurso hegemônico

PARTE V: O CONFRONTO TEÓRICO E A INTERLOCUÇÃO PERIFÉRICA - A Abóbada de Tianxia

CAPÍTULO XV – JIANG SHIGONG E ZHANG WENXIAN: O CONSTITUCIONALISMO SOBERANISTA

15.1 Sistematizadores

15.2 Jiang Shigong e a dupla constituição

15.3 Da dupla constituição à soberania total: o projeto de 2018

15.4 Zhang Wenxian e a jurisprudência socialista como projeto civilizacional

15.5 O Direito e a consciência do caminho chinês

15.6 Sujeito coletivo, valores socialistas fundamentais e classe

CAPÍTULO XVI – O PENSAMENTO JURÍDICO CHINÊS DIANTE DE KELSEN, HART E DWORKIN

16.1 Kelsen, Hart e Dworkin

16.2 Kelsen e a pureza da teoria

16.3 Hart e a regra de reconhecimento

16.4 Dworkin e a moralidade política da interpretação

16.5 “Governar pela lei”

16.6 A universalidade como problema histórico

CAPÍTULO XVII – A SOBERANIZAÇÃO DA TÉCNICA JURÍDICA E DESAFIO PERIFÉRICO: O QUE O BRASIL PODE APRENDER PARA CONSTRUIR O PRÓPRIO CAMINHO

17.1 O que o Direito na China tem a ver com o Brasil?

17.2 A herança colonial como problema teórico

17.3 Dependência, autocracia e racismo como elementos de unidade histórica

17.4 A pergunta que a experiência da China deixa ao Direito brasileiro

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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