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Salus Mundi

Autoria:
Coordenação:
Michelangelo Bovero
Ano:
2026
Tradutor:
Marcelo de Azevedo Granato e Marcos Antônio da Silva
Prefácio:
Tradutor:
Marcelo de Azevedo Granato e Marcos Antônio da Silva
Prefácio:
Encadernação:
ISBN:
9786553962545
Páginas:
208
Dimensões:
15.5
cm
×
3
cm
×
22.5
cm
Peso:
260
g

RESUMO

Quem somos, onde estamos, de onde viemos? Do latim, salus mundi é um pedido de salvação da ameaça mortal das catástrofes ecológica e bélica que definham a humanidade.

sobre

"Nós exigimos a salus mundi: a salvação do flagelo da guerra e da morte atômica, suicídio da vida; e também a saúde contra a enfermidade global, pandêmica. Exigimos que a salus mundi seja reconhecida como suprema lex: o imperativo último, insuperável, o comando irresistível da consciência moral, porque supremo e irrenunciável é o bem da vida, sem o qual nenhum outro bem tem sentido de ser concebido."

A Editora Contracorrente tem a honra de anunciar o lançamento da versão em língua portuguesa do livro “Salus Mundi”, do filósofo italiano Michelangelo Bovero. A obra é uma parceria com o Instituto Norberto Bobbio, de quem Bovero foi assistente e colaborador por várias décadas. Do latim, salus mundi é um pedido de salvação da ameaça mortal das catástrofes ecológica e bélica que definham a humanidade.

O autor pauta questões basilares da filosofia, que submergiram com força depois da pandemia. Quem somos, onde estamos, de onde viemos? Bovero lista os problemas globais que influem diretamente na questão da sobrevivência humana, bem como suas raízes fixadas no modelo social dominante a partir de 1968, que refletem na fragilidade dos ideais dos direitos humanos e da democracia. Para o autor, a pandemia é exacerbação das tendências autodestrutivas da humanidade e uma oportunidade única de redenção.

SOBRE O AUTOR

Michelangelo Bovero é Filósofo e Escritor italiano. Foi aluno assistente e colaborador de Norberto Bobbio, grande referência da filosofia europeia atual. Foi Professor de Filosofia Política na Universidade de Turim por 40 anos e tem seu trabalho pautado nos princípios e no funcionamento da democracia, analisando os principais pensadores políticos da modernidade, como Hobbes, Espinosa, Locke, Rousseau, Kant, Hegel e Marx. Autor de mais de 400 publicações científicas, é diretor da revista internacional “Teoria Política” e da “Escola de Boa Política de Turim”.

Autores

"Nós exigimos a salus mundi: a salvação do flagelo da guerra e da morte atômica, suicídio da vida; e também a saúde contra a enfermidade global, pandêmica. Exigimos que a salus mundi seja reconhecida como suprema lex: o imperativo último, insuperável, o comando irresistível da consciência moral, porque supremo e irrenunciável é o bem da vida, sem o qual nenhum outro bem tem sentido de ser concebido."

A Editora Contracorrente tem a honra de anunciar o lançamento da versão em língua portuguesa do livro “Salus Mundi”, do filósofo italiano Michelangelo Bovero. A obra é uma parceria com o Instituto Norberto Bobbio, de quem Bovero foi assistente e colaborador por várias décadas. Do latim, salus mundi é um pedido de salvação da ameaça mortal das catástrofes ecológica e bélica que definham a humanidade.

O autor pauta questões basilares da filosofia, que submergiram com força depois da pandemia. Quem somos, onde estamos, de onde viemos? Bovero lista os problemas globais que influem diretamente na questão da sobrevivência humana, bem como suas raízes fixadas no modelo social dominante a partir de 1968, que refletem na fragilidade dos ideais dos direitos humanos e da democracia. Para o autor, a pandemia é exacerbação das tendências autodestrutivas da humanidade e uma oportunidade única de redenção.

SOBRE O AUTOR

Michelangelo Bovero é Filósofo e Escritor italiano. Foi aluno assistente e colaborador de Norberto Bobbio, grande referência da filosofia europeia atual. Foi Professor de Filosofia Política na Universidade de Turim por 40 anos e tem seu trabalho pautado nos princípios e no funcionamento da democracia, analisando os principais pensadores políticos da modernidade, como Hobbes, Espinosa, Locke, Rousseau, Kant, Hegel e Marx. Autor de mais de 400 publicações científicas, é diretor da revista internacional “Teoria Política” e da “Escola de Boa Política de Turim”.

Índice

PREFÁCIO - A CORUJA E AS COTOVIAS
CAPÍTULO I - SUPREMA LEX

1.1 Prefácio no céu

1.2 Próteron hýsteron. Despotismo oriental

1.3 Guerra para liberdade?

1.4 Inconsciência atômica

1.5 Inconsciência ecológica. Rumo à catástrofe

1.6 Os males globais exigem remédios universais

1.7 O público e o privado

1.8 A menos que

CAPÍTULO II - MEIO SÉCULO: 1968 E SEUS CINQUENTA ANOS

2.1 Um movimento global

2.2 Democracia e dissenso

2.3 Marxistas, não terroristas

2.4 Novos tempos

2.5 Além dos escombros do Muro

2.6 ...e o século se renova

CAPÍTULO III - EUROPA: UTOPIA INVERTIDA? RELENDO O MANIFESTO DE VENTOTENE

3.1 Europa, do mito à história

3.2 A Europa e a guerra

3.3 As nações fazem a guerra

3.4 Por uma Europa livre e unida

3.5 Europa, a utopia e a realidade

3.6 Inverter a utopia invertida

CAPÍTULO IV - DIREITOS FRACOS, DEMOCRACIA FRÁGEIS: SOBRE O ESPÍRITO DO NOSSO TEMPO

4.1 A era dos direitos e da democracia

4.2 Os direitos fundamentais, contra o mercado e contra o Estado. Contra a democracia?

4.3 A democracia, regime fundado em direitos fundamentais

4.4 O espírito do tempo. Do crepúsculo ao amanhecer

CAPÍTULO V - DEMOCRACIA E CAPITALISMO: REFLEXÕES EM TEMPOS DE CRISE

5.1 Crise

5.2 Capitalismo, democracia

5.3 Individualismo moderno. Liberalismo, neoliberalismo

5.4 Dois individualismos. Liberalismo e democracia

5.5 Quase uma conclusão

CAPÍTULO VI - FORA DO MERCADO: POR UM NOVO PENSAMENTO DEMOCRÁTICO

6.1 Um sistema impossível

6.2 O mundo mercado

6.3 Mercado e democracia

6.4 O abraço mortal

6.5 Por uma teoria do mercado mínimo

6.6 Mudar o pensamento

CAPÍTULO VII - A EPIFANIA DO VULGO: SOBRE O POTENCIAL SUBVERSIVO DOS POPULISMOS

7.1 Um acontecimento inverossímil

7.2 O vulgo, o ódio

7.3 A arrogância da ignorância

7.4 Interlúdio: o incêndio e as cinzas

7.5 Representação política e representação simbólica

7.6 O povo e o vulgo

7.7 Populismo, fascismo, presidencialismo

CAPÍTULO VIII - O ARBÍTRIO DO PODER: SOBRE O DECLÍNIO DO CONSTITUCIONALISMO

8.1 O constitucionalismo e os seus inimigos

8.2 Poder arbitrário, absoluto, indivisível

8.3 Quis custodiet custodes?

8.4 Autocracia eletiva: o poder do homem

8.5 O autocrata e o (seu?) juiz

CAPÍTULO IX - ISONOSIA: SOBRE O IMPACTO SOCIAL E POLÍTICO DA PANDEMIA

9.1 Todos os homens são mortais

9.2 Todos são iguais perante a lei

9.3 …e perante o vírus?

9.4 Os desiguais perante a lei e perante o vírus

9.5 Pandemia e desigualdade

9.6 A pandemia também infectou a isonomia?

9.7 Nem estado de exceção nem ditadura sanitária

9.8 Contra a lei do mais forte

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Marcelo de Azevedo Granato e Marcos Antônio da Silva
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Marcelo de Azevedo Granato e Marcos Antônio da Silva
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Tradutor:
Marcelo de Azevedo Granato e Marcos Antônio da Silva
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Marcelo de Azevedo Granato e Marcos Antônio da Silva
Ano:
2026
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9786553962545
Dimensões:
15.5
cm
×
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22.5
cm
Páginas:
208
Peso:
260
g

RESUMO

Quem somos, onde estamos, de onde viemos? Do latim, salus mundi é um pedido de salvação da ameaça mortal das catástrofes ecológica e bélica que definham a humanidade.

sobre

"Nós exigimos a salus mundi: a salvação do flagelo da guerra e da morte atômica, suicídio da vida; e também a saúde contra a enfermidade global, pandêmica. Exigimos que a salus mundi seja reconhecida como suprema lex: o imperativo último, insuperável, o comando irresistível da consciência moral, porque supremo e irrenunciável é o bem da vida, sem o qual nenhum outro bem tem sentido de ser concebido."

A Editora Contracorrente tem a honra de anunciar o lançamento da versão em língua portuguesa do livro “Salus Mundi”, do filósofo italiano Michelangelo Bovero. A obra é uma parceria com o Instituto Norberto Bobbio, de quem Bovero foi assistente e colaborador por várias décadas. Do latim, salus mundi é um pedido de salvação da ameaça mortal das catástrofes ecológica e bélica que definham a humanidade.

O autor pauta questões basilares da filosofia, que submergiram com força depois da pandemia. Quem somos, onde estamos, de onde viemos? Bovero lista os problemas globais que influem diretamente na questão da sobrevivência humana, bem como suas raízes fixadas no modelo social dominante a partir de 1968, que refletem na fragilidade dos ideais dos direitos humanos e da democracia. Para o autor, a pandemia é exacerbação das tendências autodestrutivas da humanidade e uma oportunidade única de redenção.

SOBRE O AUTOR

Michelangelo Bovero é Filósofo e Escritor italiano. Foi aluno assistente e colaborador de Norberto Bobbio, grande referência da filosofia europeia atual. Foi Professor de Filosofia Política na Universidade de Turim por 40 anos e tem seu trabalho pautado nos princípios e no funcionamento da democracia, analisando os principais pensadores políticos da modernidade, como Hobbes, Espinosa, Locke, Rousseau, Kant, Hegel e Marx. Autor de mais de 400 publicações científicas, é diretor da revista internacional “Teoria Política” e da “Escola de Boa Política de Turim”.

Índice

PREFÁCIO - A CORUJA E AS COTOVIAS
CAPÍTULO I - SUPREMA LEX

1.1 Prefácio no céu

1.2 Próteron hýsteron. Despotismo oriental

1.3 Guerra para liberdade?

1.4 Inconsciência atômica

1.5 Inconsciência ecológica. Rumo à catástrofe

1.6 Os males globais exigem remédios universais

1.7 O público e o privado

1.8 A menos que

CAPÍTULO II - MEIO SÉCULO: 1968 E SEUS CINQUENTA ANOS

2.1 Um movimento global

2.2 Democracia e dissenso

2.3 Marxistas, não terroristas

2.4 Novos tempos

2.5 Além dos escombros do Muro

2.6 ...e o século se renova

CAPÍTULO III - EUROPA: UTOPIA INVERTIDA? RELENDO O MANIFESTO DE VENTOTENE

3.1 Europa, do mito à história

3.2 A Europa e a guerra

3.3 As nações fazem a guerra

3.4 Por uma Europa livre e unida

3.5 Europa, a utopia e a realidade

3.6 Inverter a utopia invertida

CAPÍTULO IV - DIREITOS FRACOS, DEMOCRACIA FRÁGEIS: SOBRE O ESPÍRITO DO NOSSO TEMPO

4.1 A era dos direitos e da democracia

4.2 Os direitos fundamentais, contra o mercado e contra o Estado. Contra a democracia?

4.3 A democracia, regime fundado em direitos fundamentais

4.4 O espírito do tempo. Do crepúsculo ao amanhecer

CAPÍTULO V - DEMOCRACIA E CAPITALISMO: REFLEXÕES EM TEMPOS DE CRISE

5.1 Crise

5.2 Capitalismo, democracia

5.3 Individualismo moderno. Liberalismo, neoliberalismo

5.4 Dois individualismos. Liberalismo e democracia

5.5 Quase uma conclusão

CAPÍTULO VI - FORA DO MERCADO: POR UM NOVO PENSAMENTO DEMOCRÁTICO

6.1 Um sistema impossível

6.2 O mundo mercado

6.3 Mercado e democracia

6.4 O abraço mortal

6.5 Por uma teoria do mercado mínimo

6.6 Mudar o pensamento

CAPÍTULO VII - A EPIFANIA DO VULGO: SOBRE O POTENCIAL SUBVERSIVO DOS POPULISMOS

7.1 Um acontecimento inverossímil

7.2 O vulgo, o ódio

7.3 A arrogância da ignorância

7.4 Interlúdio: o incêndio e as cinzas

7.5 Representação política e representação simbólica

7.6 O povo e o vulgo

7.7 Populismo, fascismo, presidencialismo

CAPÍTULO VIII - O ARBÍTRIO DO PODER: SOBRE O DECLÍNIO DO CONSTITUCIONALISMO

8.1 O constitucionalismo e os seus inimigos

8.2 Poder arbitrário, absoluto, indivisível

8.3 Quis custodiet custodes?

8.4 Autocracia eletiva: o poder do homem

8.5 O autocrata e o (seu?) juiz

CAPÍTULO IX - ISONOSIA: SOBRE O IMPACTO SOCIAL E POLÍTICO DA PANDEMIA

9.1 Todos os homens são mortais

9.2 Todos são iguais perante a lei

9.3 …e perante o vírus?

9.4 Os desiguais perante a lei e perante o vírus

9.5 Pandemia e desigualdade

9.6 A pandemia também infectou a isonomia?

9.7 Nem estado de exceção nem ditadura sanitária

9.8 Contra a lei do mais forte

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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